Dos três pedreiros

Abril 23, 2009 - Uma resposta

Uma vez um viajante, percorrendo uma estrada, deparou-se com uma obra em início de construção. Três pedreiros, com suas ferramentas, trabalhavam na fundação do que parecia ser um importante projeto. O viajante, aproximou-se curioso. Perguntou ao primeiro deles o que estava fazendo:

- Estou quebrando pedras, não vê? – expressava no semblante um misto de dor e sofrimento – Estou morrendo de trabalhar, isto aqui é um meio de morte, as minhas costas doem, minhas mãos estão esfoladas eu não suporto mais este trabalho – concluiu.

Mal satisfeito, o viajante dirigiu-se ao segundo pedreiro e repetiu a pergunta.

- Estou ganhando a vida – respondeu – Não posso reclamar, pois foi o emprego que consegui. Estou conformado porque levo o pão de cada dia para minha família.

O viajante queria saber o que seria aquela construção. Perguntou então ao terceiro pedreiro:

- O que está você fazendo?

- Estou construindo uma Catedral!

Três pedreiros, três respostas diferentes para o mesmo trabalho. Cada um manifestou sua própria visão.

Para o primeiro, o serviço significava dor e sofrimento. Um sacrifício que certamente tornava a ação muito mais penosa e lhe fazia mal.

O segundo pedreiro manifestou indiferença. Estava conformado mas não realizado. O trabalho nada lhe significava e ele só o fazia por obrigação.

Já o terceiro pedreiro tinha a consciência da importância do que fazia. Desempenhava a função com orgulho e satisfação. Tinha o sentimento elevado de participar de uma grande realização, o que lhe dava muito mais força e energia. Estava realizado.

Para que gritar?

Abril 23, 2009 - Deixe seu recado!

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos :

“Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?”
“Gritamos porque perdemos a calma”, disse um deles.

“Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?”, questionou novamente o pensador.

“Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça”, retrucou outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar :

“Então não é possível falar-lhe em voz baixa?”

Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.

Então ele esclareceu :

“Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?”

O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.

Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.

Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.

Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?

Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê?

Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.

Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.

E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.

Seus corações se entendem.

É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Por fim, o pensador conclui, dizendo :

“Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta”.

Dos defeitos

Abril 22, 2009 - Uma resposta

Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço.

Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe.

O pote rachado chegava apenas pela metade.

Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe.

Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações.

Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer.

Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia, à beira do poço:

- Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas.

- Por quê?, perguntou o homem. – De que você está envergonhado?

- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.

O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:

- Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.

De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo.

Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha.

Disse o homem ao pote:

- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado do caminho? Notou ainda que a cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava? Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.

Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos. Todos nós somos potes rachados. Das nossas fraquezas, tiremos nossa força.

Da confiança

Abril 22, 2009 - Uma resposta

Um homem, sentado na calçada segurava a seguinta placa:

“Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado.”

Alguns passantes o olhavam intrigados, outros muitos o consideravam louco e alguns outros até lhe davam dinheiro. Todos os dias, antes de dormir, ele contava quanto havia ganho e notava que a cada dia a quantia era maior.

Certa manhã, um executivo que passava pelo local e já o observava a algum tempo, se aproximou dizendo:

- Você é muito criativo! Gostaria de colaborar numa campanha de minha empresa?

- Adoraria! Afinal, não tenho nada a perder.

Então, após um banho caprichado, barba feita e roupas novas compradas pelo executivo, o mendigo foi levado a empresa.

Daí pra frente sua vida foi um sucesso, conseguindo alcançar um dos mais importantes cargos na empresa.

Numa entrevista, foi perguntado como conseguiu sair do nada para um cargo tão respeitado em tão pouco tempo. Eis o que respondeu:

- Bem, antigamente eu sentava na calçada segurando uma placa com a seguinte mensagem: “Sou um nada neste mundo! Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar! Sou um homem fracassado e maltratado pela vida! Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados! Mal consigo sobreviver! Por favor me dê uma moeda.”…

E continuou:

- As coisas iam de mal a pior quando, certa noite encontrei um livro e fiquei impressionado com um trecho que dizia o seguinte: “Tudo o que você fala a seu respeito se reforçará. Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem. Por mais que não goste de sua aparência, afirme-se bonito. Por mais pobre que seja, diga a todos e a si mesmo que é próspero. Por pior que esteja sua saúde, acredite que está muido saudável.”

Ficou um tempo em silêncio. Fechou os olhos por um momento. Suspirou. Então continuou:

- Aquilo me tocou profundamente, e como não tinha nada a perder, troquei os dizeres da placa por: “Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado.”

Falava com alegria, com entusiasmo:

- A partir deste dia, tudo começou a mudar. A vida me trouxe a pessoa certa que me apresentou a esta empresa, tudo conspirou a meu favor e me ajudou a chegar onde cheguei. Tive apenas de entender o Poder das Afirmações. Tudo que dissermos e afirmarmos continuamente se tornará realidade. O Universo materializa todas as nossas crenças. Enquanto eu acreditava que era pobre e feio, essa era a minha realidade. Porém quando comecei a dizer que era próspero e bonito, minha vida mudou…

O repórter, ironicamente, perguntou:

- O sr. quer dizer que umas palavras escritas em uma placa mudaram sua vida?

E com um sorriso no rosto, ele respondeu

- Claro que não, amigo. Primeiro eu acreditei nelas!

Tudo que tu fala sobre ti, se reforçará. Por isso, acredite ser bonito, acredite ser próspero, acredite que tu pode sim! E tudo conspirará a teu favor.

Da união

Abril 21, 2009 - Deixe seu recado!

Um membro de um determinado grupo, sem nenhum aviso deixou de participar.

Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite de inverno muito fria, e o líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de uma lareira.

Supondo a razão da visita, o homem deu-lhe boas vindas e o convidou para entrar. Sentaram-se os dois em frente a lareira, e permanecerem ali, contemplando a dança das chamas em silêncio.

Após alguns minutos, o líder examinou as brasas e, cuidadosamente, apanhou a mais ardente delas e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto.

Então a chama da brasa solitária começou a diminuir, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou. Logo estava fria e morta.

Nenhuma palavra havia sido dita desde o cumprimento inicial. O líder, se preparando para sair, recolheu a brasa fria e solitária e a colocou novamente no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com o calor e a luz das brasas que a cercavam.

Quando o líder alcançou a porta para sair, o anfitrião disse-lhe:

- Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Estou de volta ao convívio do grupo.

Do círculo dos 99

Abril 21, 2009 - Deixe seu recado!

Reza a lenda que, antigamente, havia um rei que, apesar de tudo que possuía, era muito triste. E este rei tinha um pajem que, apesar de tudo que não possuía, era muito feliz. Este pajem estava sempre rindo e cantarolando, sempre com um sorriso sincero no rosto.

O rei não entendia como ele podia ser tão feliz, então um dia mandou chamá-lo:

- Pajem, qual seu segredo?

- Qual segredo, Alteza?

- Qual o segredo da tua alegria?

- Não existe nenhum segredo, Majestade.

- Não mintas, pajem! Bem sabes que já mandei cortar muitas cabeças por ofensas menores que a tua mentira.

- Mas não estou mentindo. Não guardo nenhum segredo.

- Mas como podes estar sempre feliz?

- Majestade, não tenho razões para estar triste: muito me honra servir a Vossa Alteza, tenho uma esposa e dois filhos lindos, e vivemos na casa que a Corte nos concedeu. Somos vestidos e alimentados… como não estar feliz?

- Estás mentindo! Se não me contar a verdade, mandarei decapitá-lo, pajem! Ninguém pode ser feliz com as razões que me destes.

- Mas Majestade, não há nenhum segredo. Nada estou escondendo.

- Vá embora antes que eu chame os guardas!

O rei não acreditava. Não podia entender como alguém podia ser feliz vivendo em uma casa que não lhe pertencia, vestindo roupas de terceira mão e se alimentando dos restos.

Quando se acalmou, mandou chamar o mais sábio de seus conselheiros e lhe contou a conversa que teve com o pajem.

- Sábio, como ele pode ser feliz?

- Majestade, a verdade é que ele está fora do Círculo dos 99.

- Círculo dos 99?

- Isso mesmo,  Alteza.

- E é isso que o faz feliz?

- Não, Majestade. Isso é o que não o faz infeliz.

- Então estar no círculo nos faz infelizes?

- Exato.

- Mas como ele saiu deste tal Círculo?

- Ele nunca entrou.

- Como assim nunca entrou? Que Círculo é este? Não entendo o que quer me dizer…

- A única maneira para Vossa Alteza entender é mostrando pelos fatos, fazendo com que ele entre no Círculo…

- Isso, então o obrigarei a entrar!

- Não, Alteza. Ninguém é obrigado a entrar… mas se lhe dermos oportunidade, entrará por si mesmo…

- Por si mesmo? Mas não notará que isso irá lhe trazer infelicidade?

- Sim, mas mesmo assim entrará. Não poderá evitar. Vossa Alteza está disposta a perder um excelente pajem para compreender a estrutura do Círculo?

O rei concordou.

- Então nesta noite irei buscar-lhe. Deves preparar uma bolsa com 99 moedas de ouro. Exatas 99, nem uma a mais, nem uma a menos.

- Só isto?

- Sim, só isto Majestade. Nos vemos a noite.

E assim foi. O rei recheou a bolsa com exatas 99 moedas de ouro e o sábio passou para buscar-lhe. Foram até os pátios do palácio e se esconderam atrás de uma árvore próxima a casa do pajem. Na bolsa, o sábio atou um papel com a seguinte mensagem: “Este tesouro é teu. É o prêmio por ser um homem bom. Faça bom uso e não conte pra ninguém que encontrou esta bolsa.”

Então deixou a bolsa com o bilhete e as moedas na porta da casa do pajem. Bateu na porta e correu a esconder-se. O rei e o sábio ficaram escondidos apenas observando o que aconteceria.

O pajem então abriu a porta, pegou a bolsa, olhou para os lados e leu o bilhete. Então sacudiu a bolsa e, ao escutar o som das moedas, estremeceu da cabeça aos pés, apertou a sacola contra o peito e entrou rapidamente em casa.

O rei e o sábio aproximaram-se da janela para presenciar a cena. O pajem havia despejado todas as moedas na mesa, deixando somente a vela para iluminar. Parecia não acreditar no que estava vendo. Era uma montanha de dinheiro. Quantia esta que ele nunca imaginara possuir. Ele as pegava e as acariciava. Juntava e esparramava. Começou a fazer pilhas delas.

Pilhas de 10 moedas. E assim as foi contando. Uma, duas, três, quatro…noventa e oito, noventa e nove. Era a última pilha e esta tinha apenas 9 moedas. Todas as outras 9 pilhas estavam com dez, por qual motivo esta estaria com 9?

Seu olhar percorreu a mesa, procurando a moeda faltante. Não encontrou.

Procurou pelo chão, debaixo da cadeira, por toda a casa. Nada encontrou

- Não pode ser. Me roubaram! Me roubaram!

Procurou novamente, mas não encontrou a tal moeda que faltava…

- 99 não é um número completo. 100 é, mas 99 não. Alguém me roubou, ou eu perdi esta última…

Ele já não parecia mais feliz: estava preocupado. Com a testa enrugada, as sombrancelhas franzidas, os olhos pequenos e o olhar perdido…não podia acreditar que faltava uma moeda.

Colocou as moedas novamente na bolsa, jogou o bilhete na lareira e escondeu a bolsa por entre a lenha. Pegou papel e uma pena e sentou-se na mesa a calcular. Quanto tempo teria que economizar para obter a moeda nº 100?

Estava disposto a trabalhar duro para consegui-la. Depois, quem sabe não poderia mais trabalhar…com 100 moedas de ouro ninguém precisa trabalhar. Finalizou as contas. Se trabalhasse e economizasse seu salário e mais algum extra que recebesse, em 8 ou 9 anos conseguiria comprar sua última moeda de ouro. Mas 9 anos é tempo demais. Pensou que se sua esposa procurasse um emprego no vilarejo, e se ele mesmo trabalhasse a noite, conseguiria a moedinha em cerca de 5 anos.

- Mesmo sendo muito tempo, – falava sozinho – é isso que iremos fazer.

Então o rei e o sábio voltaram ao palácio. O pajem havia entrado no círculo dos 99! Durantes os meses seguintes, o pajem seguiu seu plano para conseguir comprar a tal moeda de ouro.

Certa manhã, entrou nos aposentos do rei com passos fortes, bufando, batendo nas portas…

- O que aconteceu, pajem? Há um tempo atrás você ria e cantava, estava sempre feliz…

- Nada aconteceu, Alteza. Faço ou não o meu trabalho? O que você esperava? Que além de pajem sou obrigado a estar sempre de bom humor?

Não se passou muito tempo o rei mandou o pajem embora, não se sentia bem com um pajem mal humorado todos os dias…

Assim também somos nós. Parece que sempre falta algo para que tudo fique completo. Algo sempre está faltando, e por isso não desfrutamos de nossa vida plenamente…esperamos que tudo se complete.

Mas e se percebêssemos que 99 moedas são nossos 100%? Que nada nos falta? Que não se é mais feliz por ter 100 ou 99 moedas?

Por isto, não fique lamentando o que te falta ou o que poderia ter. Valorize tudo o que tens ao teu redor.

Da Paz Perfeita

Abril 20, 2009 - Deixe seu recado!

Antigamente, um rei ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de retratar em uma pintura a paz perfeita. Foram muitos os artistas que tentaram. O rei observou todas as pinturas, uma por uma, porém apenas duas despertaram sua atenção.

A primera era um lago muito tranquilo. Um espelho perfeito onde se refletiam as montanhas que o cercavam. Sobre elas havia um céu muito azul com algumas nuvens brancas. Uma paisagem. Todos os que olharam para esta pintura acreditaram que esta refletia a paz perfeita.

A segunda pintura também tinha montanhas. Montanhas escabrosas,  sem vegetação alguma. Sobre elas um céu escuro, tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com raios e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água. Esta obra se reveleva nada pacífica. Retratava um cenário sombrio. Pois foi esta que o rei escolheu.

Todos ficaram indignados, curiosos em saber o motivo que levou o rei a escolher esta pintura. Um dos presentes se aproximou do rei:

- Sua Majestade, não entendo. A outra pintura é tão bela e pacífica e o senhor acredita que esta paisagem sombria representa a paz perfeita?

O rei pediu que o homem observasse a segunda pintura com atenção. Ele se esforçou e notou que, no meio da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda numa rocha. E neste arbusto se encontrava um ninho. E olhando mais atentamente, o homem então percebeu que no meio desta cascata violenta estava um passarinho tranquilamente sentado em seu ninho. Paz perfeita.

O rei então explicou:

- Meu caro, paz não significa estar em um lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho, sem suor e sem dor. Paz quer dizer que, apesar de estar no meio de tudo isto, permanecemos calmos em nosso coração. Esta é a verdadeira paz.